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Provas de Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Voltar

quinta-feira, 30/07/2026    Instituto de Educação da Universidade do Minho
Realizam-se no dia 30 de julho 2026, às 14h00, na sala 0.07 do IE, as provas de Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, requeridas por Filipe André de Araújo Ferreira.
Título do Relatório de Estágio: "Fotografia como Recurso nas Artes Visuais.".
Composição do Júri:
Presidente: Doutora Sandra Susana Pires Silva Palhares, Professora Auxiliar do Instituto de Educação da Universidade do Minho.

Vogais: Doutora Ana Isabel Tudela Lima Gonçalves de Sousa, Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa;

Doutora Joana Cristina Coelho Nascimento, Professora Convidada Equiparada a Professora Auxiliar da Escola de Arquitetura, Arte e Design da Universidade do Minho (Orientadora).

Resumo do Relatório de Estágio: O presente relatório de intervenção pedagógica, apresentado ao Instituto de Educação da Universidade do Minho, reflete uma síntese crítica da intervenção pedagógica supervisionada e desenvolvida no âmbito do Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3.º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. A intervenção foi realizada numa turma do 11.º ano da disciplina de Desenho A, numa Escola Secundária de um Agrupamento de Escolas de Braga, e teve como objetivo a implementação do projeto: Fotografia como Recurso nas Artes Visuais. A intervenção procurou explorar uma relação entre Fotografia e Desenho. A sua finalidade central foi promover aprendizagens relevantes no domínio das Artes Visuais através da articulação entre observação, memória visual, experimentação e criação gráfica. Em simultâneo, pretendeu-se valorizar a fotografia como linguagem autónoma e como recurso interdisciplinar, capaz de estabelecer pontes com áreas como a Geometria e a Multimédia. O plano de intervenção foi estruturado segundo uma lógica de investigação-ação, com momentos de diagnóstico, apresentação teórica, prática fotográfica, desenvolvimento gráfico, acompanhamento formativo e avaliação final. Para a recolha de informação e análise da intervenção recorreu-se a questionários, a observações diretas, a registos reflexivos e a análises dos trabalhos dos alunos. Estes instrumentos permitiram acompanhar a evolução do processo, ajustar decisões pedagógicas e fundamentar a avaliação global deste projeto.
Os resultados obtidos confirmam a pertinência da proposta, evidenciando o envolvimento dos alunos, o desenvolvimento de competências técnicas e expressivas, bem como uma maior consciencialização sobre os processos de ver, de fotografar e de representar. Contudo, o percurso revelou também limitações, nomeadamente, ao nível da gestão do tempo, da necessidade de adaptação a ritmos distintos de trabalho e de alguns constrangimentos materiais. Ainda assim, estas dificuldades foram integradas como parte do processo formativo e contribuíram para o desenvolvimento profissional de estagiário. Conclui, assim, que a intervenção constituiu uma experiência pedagogicamente relevante e formativamente enriquecedora, reforçando a importância de uma prática reflexiva, inclusiva e sustentada na articulação entre teoria e prática. Como recomendações, destaca-se a utilidade de alargar o tempo destinado à experimentação prática, de diversificar os dispositivos de avaliação e de aprofundar a integração entre fotografia, desenho e outras linguagens artísticas no ensino das Artes Visuais.

Palavras-chave: Ensino; Artes Visuais; Fotografia; Desenho A.
Mestrados em Ensino
Tel: +351 253 604679
e-mail: sec-mfip@ie.uminho.pt

Conselho Pedagógico
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