Composição do Júri:
Presidente:
Doutor Nelson Manuel Viana da Silva Lima, Professor Catedrático do Departamento de Literacias, Didática e Supervisão do Instituto de Educação da Universidade do Minho.
Vogais: Doutor Fernando José Fraga de Azevedo, Professor Associado com Agregação do Departamento de Literacias, Didática e Supervisão do Instituto de Educação da Universidade do Minho;
Doutora Sara Raquel Duarte Reis da Silva, Professora Auxiliar com Agregação do Departamento de Literacias, Didática e Supervisão do Instituto de Educação da Universidade do Minho (orientadora);
Doutora Ana Maria Silva Ribeiro, Professora Auxiliar do Departamento de Estudos Portugueses e Lusófonos da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho;
Doutora Maria da Natividade Carvalho Pires, Professora Coordenadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco;
Doutora Marta Neira Rodriguez, Professora Contratada do Departamento de Didácticas Aplicadas da Facultade de Ciencias da Educación da Universidade de Santiago de Compostela, Espanha.
Resumo: O presente estudo fundamenta-se em pressupostos qualitativos, de natureza monográfica e panorâmica, sustentando-se numa análise bibliográfica e documental. Tem como finalidade problematizar e aprofundar o conhecimento relativo à literatura para a infância no contexto da I República portuguesa (1910-1926), interrogando, em simultâneo, as condições históricas, culturais e ideológicas que estiveram na origem da mudança de paradigma verificada nesse intervalo cronológico.
Neste quadro, a investigação visa oferecer um contributo substantivo para o esclarecimento dos processos de transformação que marcaram a produção literária destinada ao público infantil, identificando os principais autores, mediadores e agentes dinamizadores que protagonizaram tais mutações. Pretende-se, deste modo, colmatar lacunas persistentes na historiografia literária e, em paralelo, favorecer a consolidação e o alargamento do campo dos estudos dedicados à literatura para a infância em Portugal, perspetivando-o como um domínio autónomo e dotado de relevância científica própria.
Palavras-chave: Educação; I República; Literatura para a infância; Livro infantil.