Ignorar Comandos do Friso
Saltar para o conteúdo principal

Provas de Doutoramento em Ciências da Educação, especialidade de Desenvolvimento Curricular Voltar

terça-feira, 07/07/2026    Instituto de Educação, Universidade do Minho
Realizam-se no dia 7 de julho de 2026 (terça-feira), na Sala de Atos do IE, pelas 14h, as Provas de Doutoramento em Ciências da Educação, especialidade de Desenvolvimento Curricular, requeridas pela Mestre Maria João Salgado da Silva Batista.
Título da tese: “A construção curricular do "Aprender a Estudar" – Um estudo com alunos e professores do Curso Básico do Ensino Artístico Especializado de Música”
Composição do júri:
Presidente:
Doutora Laurinda Sousa Ferreira Leite, Professora Catedrática do Instituto de Educação da Universidade do Minho

Vogais:

Doutora Filipa Isabel Barreto de Seabra Borges, Professora Associada com Agregação do Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta; Doutor Carlos Manuel Ribeiro da Silva, Professor Auxiliar do Instituto de Educação da Universidade do Minho;

Doutora Diana Alexandra Ribeiro Pereira, Professora Auxiliar do Instituto de Educação da Universidade do Minho;

Doutora Joana Raquel Faria de Sousa, Investigadora Auxiliar do Centro de Investigação em Educação do Instituto de Educação da Universidade do Minho (orientadora);

Doutor Rui Manuel Pereira da Silva Bessa, Professor Adjunto da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto.

Resumo:
A presente tese analisa a construção curricular do processo de “Aprender a Estudar” no Ensino Artístico Especializado da Música, com enfoque no estudo individual do instrumento no Curso Básico. Enquadrada nos Estudos Curriculares e em articulação com a Psicologia da Educação e a Educação Musical, a investigação cruza teorias curriculares e teorias da aprendizagem — com contributos de Skinner, Bandura e Zimmerman — numa reflexão filosófica inspirada em Heidegger. A problemática emerge das fragilidades evidenciadas por muitos alunos ao nível da autorregulação da aprendizagem, da autoeficácia e da gestão estratégica do estudo individual, com repercussões no rendimento académico e na ansiedade em avaliação. Procura-se, assim, compreender de que modo a intervenção docente, através de estratégias sistemáticas de monitorização, programação e orientação do estudo, apoiadas por tecnologias digitais, pode promover melhorias no desempenho, na autonomia e na autorregulação emocional. O estudo adota uma abordagem mista, integrando dois momentos empíricos. O Estudo I, descritivo, analisa hábitos de estudo, crenças de autoeficácia e práticas de autorregulação de alunos e professores, com recurso a questionários, entrevistas e análise documental. O Estudo II, quase-experimental, implementa o programa MPOE – Monitorização, Programação e Orientação do Estudo – em contextos estruturados de estudo instrumental. Os resultados demonstram que uma intervenção docente intencional e sistemática potencia a autonomia, a autorregulação e a autoeficácia, contribuindo para a melhoria do rendimento académico e para a redução da ansiedade. Reforça-se, assim, a centralidade do “Aprender a Estudar” na construção curricular e o papel do professor como mediador pedagógico no Ensino Especializado da Música.


Palavras-chave:
Aprender a Estudar; Currículo; Ensino Artístico Especializado da Música; Estudo Individual do Instrumento; Tecnologias Digitais
Contactos:
Doutoramento em Ciências da Educação
Tel: +351 253 60 12 87
e-mail: sec-dout-ce@ie.uminho.pt

Conselho Pedagógico
Tel: +351 253 601287
e-mail: cpedagogico@ie.uminho.pt

Logo IE